Abordagem e Adesão

Abordagem e Adesão

ABORDAGEM E ADESÃO

“Nunca se deve complicar o que pode ser feito de maneira simples” (Zilda Arns)

A abordagem é feita de maneira afetuosa, dinâmica e objetiva. A conversa inicia com uma saudação e apresentação, seguida de um “filtro” sobre o que a pessoa sabe sobre a Pastoral da Criança. De acordo com o diálogo, se incrementa um pouco mais sobre as ações que são desenvolvidas na comunidade, indicando a possibilidade da pessoa/família aderir a essa missão, colaborando com a CAMPANHA DE ARRECADAÇÃO VIA CONTA DE LUZ. As sugestões de doação são de R$3, R$7, R$15 ou outros valores, que serão debitados mensalmente na conta de energia. A doação, além de vir especificada na fatura, não interfere no consumo, tampouco altera de valor sem prévia autorização do titular.

Havendo a necessidade de reforçar a segurança e a transparência, é importante destacar que a doação não está inclusa no valor informado do gasto, mas vem descrito em outra linha na fatura. Essa campanha ajuda a Pastoral da Criança, pois é mensal, e evita que, todos os meses, alguém busque o valor de porta em porta.

É preciso evitar conflitos desnecessários em decorrência de outras situações relacionadas à pessoa e a companhia de energia ou outras instituições que também recebem doações através da conta de luz. A Pastoral da Criança não tem gerência sobre assuntos específicos do consumo, da iluminação pública ou outra situação específica da empresa.

Caso a pessoa queira, o líder deve solicitar a fatura de energia e o CPF, confirmar se quem está autorizando a doação é o titular, pois apenas esta pode assinar o cartão de contribuinte. Depois, deve preencher tudo com letra de forma, caneta azul ou preta, e solicitar a assinatura da titular. Caso a pessoa não saiba assinar, é possível colocar a digital do polegar direito na linha da assinatura.

No final do preenchimento, deve-se destacar a parte de cima e entregar para a pessoa que será a nova doadora e encaminhar a parte debaixo aos cuidados da coordenação paroquial, para que seja enviada à Coordenação Nacional da Pastoral da Criança. Antes, deve-se revisar as informações preenchidas e evitar rasuras, sobretudo no valor e assinatura, pois elas podem invalidar o cartão.