O que são?
Causas comuns: uso ou falta de medicações, infecções, traumas na cabeça, tumores, doenças genéticas, febre, falta de oxigenação do cérebro ao nascer, entre outras.
Convulsão febril: é a convulsão que ocorre no momento de subida da febre, em crianças de 6 meses a 6 anos com predisposição genética. Logo, não tem como ser evitada. Nem toda criança com febre alta irá convulsionar.
Diagnóstico
Sinais e sintomas
O que fazer e não fazer durante uma crise:
✅Manter a calma e proteger a cabeça;
✅Posicionar e lateralizar a criança;
✅Afastar objetos que possam causar lesões;
✅Observar o tempo de duração da crise;
✅Chamar o resgate se a crise durar mais de 5 minutos;
❌Não colocar objetos ou os dedos na boca da criança;
❌Não jogar água ou oferecer comida/bebida;
❌Não tentar conter os movimentos convulsivos.
Tratamento
Como prevenir
Se a medicação não estiver disponível no SUS:
1- Solicitação administrativa: Procurar a Secretaria de Saúde com relatório médico e exames para formalizar um pedido de fornecimento do medicamento em falta.
2- Ação judicial: Se a via administrativa não for eficaz, é possível ingressar com uma ação judicial solicitando o fornecimento do medicamento.
3- Ressarcimento de despesas: Em alguns casos, a legislação prevê que, na falta do medicamento pelo SUS, o Poder Público seja obrigado a ressarcir os valores gastos pela pessoa com epilepsia na compra do medicamento.
É fundamental buscar orientação médica após a ocorrência de uma crise para avaliação adequada.
Para mais informações: Sociedade Brasileira de Pediatria
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O líder não diagnostica. O líder acolhe, observa e encaminha. Promover saúde mental na infância é proteger o futuro da criança. |